Grupo BUfTAO
Brothers Unions Filipe and Thiago Associations and Organizations (03/09/2001 – 02/09/2007)
5 Anos na Bobagem
O Grupo BUfTAO continua com as republicações dos textos que envolvem da Família Maia. Aqueles que fizeram sucesso durante estes 5 anos, quase seis, de existência da BUfTAO.
O projeto "Recordar é Viver" trará, durante os finais de semana que antecedem o casamento de Andreia e James, um texto do magnífico acervo do Grupo BUfTAO.
Tal iniciativa faz parte dos preparativos para o casamento, o evento Maia do ano, que será quase na mesma época das comemorações do aniversário de 6 anos da BUfTAO, que será celebrado com um texto inédito, um texto sobre o casório que será realizado.
A BUfTAO espera que estas republicações relembrem momentos inesquecíveis da nossa querida Família Maia.
Nesta semana vamos começar a relembrar Festa dos 200, o 3° Encontro da Família de Estercina e Nonô.
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NONÔ E ESTERCINA APRESENTAM
O 3º ENCONTRO DA FAMÍLIA SOUZA MAIA
FESTA DOS 200!!!
Novembro de 2005
(texto A)
Olá Família! Estamos aqui novamente para contar a história de um sonho realizado. A reunião da Família Souza Maia. Já é o terceiro encontro. O segundo de forma consecutiva. Mas o primeiro que reuniu todos os catorze filhos de Nonô e Estercina.
O local, como todos sabem, foi o mesmo da festa “Bebês a Bordo - Deu a Louca na Cegonha”: o gigantesco Sítio Vovô Gilico na cidade de Prudente de Morais, perto de Sete Lagoas.
Como no encontro passado, o pessoal foi chegando aos poucos. A primeira a pousar para a festa foi a nossa querida Vanessa Rejane (Autoridade), que chegou de Maceió na quinta-feira. A pressa se justifica pelo fato de que ela não queria perder nada, já que não havia participado do último encontro.
Na sexta-feira à noite uma de nossas homenageadas, Palmira, já estava coordenando os trabalhos no sítio. Juntamente com ela estava seu marido Nozinho, seu sobrinho Flávio (também conhecido como Pacote) que iria comemorar o aniversário no dia seguinte, ou seja, no sábado dia 12.
Enquanto aconteciam os preparativos finais no local do encontro, a maior parte da família pegava o ônibus em Pirapora. Como já é de praxe, ocorreu um pequeno atraso de 2 horas para a viagem começar.
A chegada a Prudente de Morais foi por volta das 11 horas da manhã de sábado.
Como explicado, o dia da chegada ao Sítio Vovô Gilico foi o dia do aniversário de Flávio Augusto (Pacote), que, com isso, recebeu uma pequena homenagem. Com uma faixa desejando-lhe feliz aniversário todos desceram do ônibus cantando parabéns.
Vocês conhecem o nosso querido Flávio Augusto (Pacote), assim como o resto da família, um chorão de primeira categoria. Então, com uma surpresa dessa, a única coisa que ele poderia fazer era chorar até doer.
Mas a família só ficaria completa por volta das 4 horas da tarde com a chegada de Verônica (a emergente) e sua família, juntamente com Vanda Lúcia e seus filhos, Thiago e Filipe, presidente e vice do Grupo BUfTAO respectivamente.
Daí pra frente foi só curtir a bagunça, que começou pra valer com Verônica (a emergente). Depois da primeira Skol ninguém a segurou mais. Juntamente com Fernanda, Vanessa, Priscilla e companhia, elas fizeram o maior barulho no karaokê. É isso mesmo, a festa está ficando tão séria que até karaokê o pessoal arrumou.
Bom para animar o pessoal. Péssimo para os ouvidos, ou vocês nunca se perguntaram porque a nossa família não tem um(a) cantor(a)? A resposta foi ‘cantada’ no sábado, ou melhor, tentou-se.
Mas temos que fazer justiça a uma coisa: a coreografia sem dúvida era a melhor parte da música. Caso esta contasse pontos na avaliação final que o aparelho fazia, com certeza a nota máxima seria alcançada em todas as músicas.
No meio disso tudo ainda tivemos docinhos e salgadinhos. Como o tema do encontro era uma homenagem àqueles que estavam fazendo aniversário com idades redondas, fez-se uma festa em comemoração a todos os aniversariantes.
Mas, como todos somos humanos, o cansaço chegou. Aos poucos, cada um foi procurando o seu cantinho. Alguns chateados, pelo lugar onde iriam dormir. Outros nem se importando, devido ao excesso de álcool no sangue. Mas, com certeza, todos muito felizes pela confraternização da nossa querida família.
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NONÔ E ESTERCINA APRESENTAM
O 3º ENCONTRO DA FAMÍLIA SOUZA MAIA
FESTA DOS 200!!!
Novembro de 2005 (texto B)
Nada como uma boa noite de sono para reanimar o pessoal para o segundo dia do encontro. O problema é que esqueceram de convidar o sol. Mas, como ele é um ser tímido, o que fizemos foi ignorá-lo. Assim, ele poderia se aproximar e nos ajudar a fazer uma festa mais quente ainda.
Ignorando-o, finalmente ele apareceu. Justamente no momento da celebração. No ano anterior a confraternização foi um pouco longa e o que mais se viu e ouviu foram choros. Este ano, a pedidos, ela foi mais curta. Mas não menos fervorosa na demonstração de fé.
Mais cinco minutos de reza e a choradeira iria entrar em cena novamente. Pois não pensem vocês que uma celebração mais curta impediu que nossos olhos ficassem a ponto de chorar. O que não poderia ser diferente, já que estamos falando da Família Maia, a família mais chorona da face da Terra.
Nada melhor para animar, após esse momento de reflexão, do que a pelada anual dos Maias. Vamos então para a escalação dos dois times:
TIME A: no gol: Flávio; na defesa: Augusto e Thiago; no meio: Nilson, Denilo, Alexandre, Mateus e Filipe; no ataque: Júnior, Leonardo, Leandrinho e Edson.
TIME B: no gol: Danilo; na defesa: Darci, Donaldson e Deivson; no meio: Fabiano, Francis, Leandro e Daniel; no ataque: Artur, Bal, Dirceu e Diego.
A escolha dos times foi através de sorteio. Pegavam-se dois nomes com futebol equivalente. Através de duas tampinhas, uma com a letra ‘A’ e outra com a letra ‘B’, sorteava-se para qual time a pessoa iria. Entre essas duas pessoas observava-se a ordem do alfabeto em relação a primeira letra do nome de cada uma. Por exemplo: saindo a tampinha ‘B’ entre Thiago e Filipe, este ficaria no time ‘B’ e aquele no time ‘A’.
O jogo começaria com o TIME B marcando de cara um gol. Cinco minutos de jogo e o TIME B marcaria de novo. Na história das peladas dos Maias os jogos sempre foram truncados e sem muitos gols. Parecia que o jogo estava definido. Mas um detalhe extra campo foi decisivo para que nesse ano o placar ficasse elástico.
Os dois goleiros estavam com dor de barriga. Tanto Flávio (Pacote) como Danilo (Angolano) estavam mais preocupados em fechar uma outra coisa do que o gol dos seus respectivos times.
Por isso, o TIME A conseguiu durante o resto do primeiro tempo empatar o jogo em 2 a 2. O primeiro tempo foi animado. Como o TIME A jogou atrás no placar, ele pressionou o TIME B o tempo todo. Esse por sua vez jogava no contra-ataque.
No final do primeiro tempo, um erro na saída de bola do TIME A fez o TIME B mudar o placar para 3 a 2. Mas este gol não seria o último do primeiro tempo. Após uma bela jogada de Leandrinho pela ponta direita, na qual deixou Fabiano sentado no chão, o TIME A empataria o jogo. Nozinho, o juiz da partida, decretaria, assim, o fim do primeiro tempo.
Aliás, o juiz foi uma figura a parte no jogo. Carrinhos e entradas um pouco mais duras aconteceram. Mas, ao invés de apitar e marcar falta, Nozinho fazia melhor. Ele falava: calma gente, vai devagar, vamos jogar... Ou seja, o som do apito quase não se ouviu.
O segundo tempo começa e o TIME A, que estava jogando de branco com o patrocínio do Supermercado 2001, continuaria pressionando. O ponto forte do TIME B, que jogava com um uniforme vermelho e com detalhes pretos, era a defesa. Ao contrário do TIME A que veria Artur fazer um gol sozinho na área. Um belo gol diga-se de passagem. E, veria também, Leandro marcar, após falha da defesa em um passe feito por Deivson do escanteio batido pela esquerda.
O placar nos instantes finais do jogo era de 6 para o TIME B, com gols de Diego (2), Francis (2), Artur e Leandro. E 5 para o TIME A, com gols de Edson, Júnior e Leonardo (3). No último lance do jogo, o TIME A teria uma falta para bater próximo ao gol adversário. Jogada ensaiada. Toque de lado na bola que sobraria para Denilo de frente pro gol bater e tentar empatar o jogo. Mas a defesa do TIME B se recuperaria e conseguiria impedir o chute.
Final de partida. Todo mundo morto. Afinal, todos ali são atletas anuais, ou seja, exercício físico puxado assim só uma vez por ano, no encontro da Família Maia.
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Sem BUfTAO não dá... Aliás, ninguém dá...
Só o filósofo que já dizia:
“Eu bebo pra ficar ruim mesmo, porque se fosse pra ficar bom eu tomava remédio”
GRUPO BUfTAO - 5 Anos na Bobagem...
PRESIDENTE: Thiago Maia Portilho
VICE-PRESIDENTE: Filipe Maia Portilho
DIRETOR EXECUTIVO: Denilo Fernando Maia Andrada
DIRETORA DE JORNALISMO: Grasiele Maia
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