Grupo BUfTAO
Brothers Unions Filipe and Thiago Associations and Organizations (03/09/2001 – 02/09/2007)
5 Anos na Bobagem
O Grupo BUfTAO continua com as republicações dos textos que envolvem da Família Maia. Aqueles que fizeram sucesso durante estes 5 anos, quase seis, de existência da BUfTAO.
O projeto "Recordar é Viver" trará, durante os finais de semana que antecedem o casamento de Andreia e James, um texto do magnífico acervo do Grupo BUfTAO.
Tal iniciativa faz parte dos preparativos para o casamento, o evento Maia do ano, que será quase na mesma época das comemorações do aniversário de 6 anos da BUfTAO, que será celebrado com um texto inédito, um texto sobre o casório que será realizado.
A BUfTAO espera que estas republicações relembrem momentos inesquecíveis da nossa querida Família Maia.
Nesta semana vamos relembrar o 2° Encontro da Família Maia, com mais dois textos e na semana que vem o casamento de Deivson e Thaís.
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O 2º ENCONTRO DA FAMÍLIA DE NONÔ E ESTERCINA
A FESTA BEBÊS A BORDO, DEU A LOUCA NA CEGONHA
(TEXTO C)
Pirapora/MG, 09 a 12 de outubro de 2004
A programação seria cumprida à risca. O domingo estava reservado para o futebol. A chegada de Leandro era aguardada com expectativa, pois só ele estava faltando. Com a sua chegada e a de sua namorada, estava tudo pronto para começar mais um clássico do futebol: Família Maia versus Família Maia.
Os times tinham até uniforme próprio. O formado por Dirceu, Daniel, Deivson, Igor, Júnior, Danilo, Laerte, Donaldson, Darci e Thiago usava o uniforme vermelho.
O outro, formado por Flávio, Alexandre, Nilson, Leandro, Denilo, Leonardo, James, Agostinho, Diego e Lícia tinha o uniforme amarelo com listras pretas.
Com os times escolhidos só faltava achar um juiz. Na ausência de Wilton Andrada, que apitou muito bem o último clássico, Bira, o pai de Thais, foi convocado para apitar.
Após as fotos extra-oficiais, o jogo teve início. Apesar de no papel o time de vermelho aparentemente ter levado uma pequena vantagem, não foi isso demonstrado na prática. O princípio do jogo foi equilibrado, mas da metade para o final do primeiro tempo o time comandado por Leandro estava melhor.
Após muita pressão, o gol saiu no final do primeiro tempo. Mas só aconteceu depois de muitas bolas duvidosas não marcadas pelo juiz. Não dava nem pra falar que era por maldade. Mão na bola e entradas violentas aconteceram e não foram apitadas.
O segundo tempo começou com o time de vermelho, comandado por Deivson, arrasando. Nos primeiros dez minutos, o time de amarelo mal conseguia sair do seu campo de defesa. Mas a pressão não resultou em gol e o time avermelhado cansou, em razão da média de idade ser mais elevada. Então, da metade do segundo tempo em diante, só deu time amarelo, com direito a Leonardo dando uma por debaixo das pernas de Thiago.
O time de Deivson e companhia ficou limitado a dois pênaltis marcados a seu favor para conseguir empatar o jogo. O primeiro foi batido por Júnior. Flávio, de maneira espetacular, conseguiu defendê-lo. O segundo, já nos acréscimos do segundo tempo, foi batido por Deivson. Segundo relatos do goleiro do time de amarelo quando Deivson colocou a bola na marca ele achou que o time adversário conseguiria o empate. Mas, novamente, de maneira espetacular, Flávio Augusto, agora chamado de Dida, defendeu.
Assim que a bola foi defendida por ele, o campo foi invadido pela torcida. Palmira que tinha gritado o jogo todo deu um pique de quase 100 metros só para abraçar o herói do jogo. Mais dois minutos de jogo e o seu fim foi decretado pelo árbitro, sacramentando assim o placar de um a zero para o time de amarelo.
Como estavam em campo, Darci, Donaldson, Agostinho e companhia, não sobraram faltas. E das mais violentas. Agostinho foi o primeiro a dar o ar da graça. E quem sentiu esse ar, ou melhor o pontapé no ar foi Igor. A criança tomou uma rapada tão fenomenal que durante o seu vôo ele deu três giros de 360º até cair no chão quase morto.
Darci e Donaldson até que estavam comportados para os seus padrões, mas o filho deste último, Danilo, fez honrar o sangue que corre em suas veias. Deu uma tesoura tão violenta em Leonardo que o pessoal achou que o jogo estava valendo dinheiro.
Apesar dos pontapés e empurrões, todos saíram vivos, meio machucados, mas vivos. Prontos para a próxima pelada anual da Família Maia, que não tem Ronaldos é verdade, mas que sempre é um espetáculo que deve ser prestigiado.
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O 2º ENCONTRO DA FAMÍLIA DE NONÔ E ESTERCINA
A FESTA BEBÊS A BORDO, DEU A LOUCA NA CEGONHA
(TEXTO D)
Pirapora/MG, 09 a 12 de outubro de 2004
No mesmo dia em que aconteceu o clássico Maia versus Maia aconteceu também o Bingo. Mas antes deste ocorrer, Vera preparou uma celebração. O intuito era de agradecer a Deus por aquele encontro e de pedir que a família continue unida dia após dia.
Como não é segredo para ninguém, a choradeira começou, logo no princípio da celebração, com Vânia. No seu transcorrer, frases bíblicas, tiradas de balões, foram sendo lidas, assim como uma passagem do Evangelho. Três músicas foram contadas e quando a última acabou os olhos de todos já estavam cheios d’água.
Para desabar aquele que ainda tentava se segurar, Deivson, antes de pedir oficialmente a mão de Thais em casamento, disse que aquele momento era para ser guardado e sempre que possível revivido, pois a coisa mais importante que ele tinha na vida era a sua família que estava ali presente, graças a uma pessoa muito importante para todos: Estercina.
Não precisa dizer que a paz de Cristo, desejada por todos no final, foi regada por lágrimas e soluços. Instante inesquecível, completado pela troca de alianças entre Deivson e Thais que, aproveitando a ocasião, convidaram os presentes para o casamento a ser realizado em janeiro de 2005.
Com os olhos secos, ou quase isso, todos se prepararam para o bingo. Prendas é que não faltavam. Foram seis cartelas diferentes usadas por pessoa. Em cada uma, existiam duas rodadas de prêmios. Na cartela final houve três rodadas, pois o último prêmio, um conjunto de cremes para a pele, era o brinde que todos desejavam. Mas quem ganhou os outros prêmios não saiu perdendo, pois tivemos bombons, casadinhos, balas, vinho e quadros de Pirapora, dentre outras coisas.
A noite terminou com música, dança e cerveja. Já a segunda-feira amanheceu nublada e chuvosa. Com a chuva e a falta de cerveja que começou a ficar mais escassa, o pessoal foi desanimando. Com o passar do tempo, os casos de outras festas e de outros tempos foram aparecendo, assim como os primeiros preparativos para o próximo encontro. E a segunda foi neste ritmo até a noite cair.
Na manhã de terça-feira, Palmira aprontou uma das suas: às sete horas da manhã, fez soar a sirene da casa principal. Quem acordou, pulou da cama com o olho esbugalhado e coração saltitante. Mas, como foram poucos os que acordaram, o jeito foi entrar nos quartos e acordar um por um. Foi isso que ela fez com um pedaço de pau na mão. E onde ela não conseguiu entrar, contou com a ajuda de Dirceu para estourar bombas na porta dos quartos.
Oito e meia da manhã e todos estavam de pé se aprontando para partir. Mas, como faltavam algumas horas, o pessoal resolveu agitar. Enquanto alguns bebiam e contavam casos os jovens foram disputar algumas partidas de vôlei.
Com o término das partidas, o clima já era de despedida. Logo após o almoço, a primeira a se despedir foi Valéria, levando Vânia, Grasiele, Grabiela e Lícia. Esta, agora, irá estudar em São Paulo. Agostinho, que levava Priscilla e Igor, acompanhou a sua mulher.
Por volta das duas horas da tarde, o ônibus estacionava na porta do sítio para ser carregado e levar, na viagem de retorno, aqueles que moravam em Pirapora. Com a sua partida, o restante tratou de fazer a mesma coisa. E assim, com o tempo nublado, meio que sentindo a despedida, o Sítio Vovô Gilico se despediu da Família Maia. Uma despedida que já tem data marcada para se transformar em sejam bem-vindos novamente.
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Sem BUfTAO não dá... Aliás, ninguém dá...
Só o filósofo que já dizia:
“Se um dia quem você ama lhe trair, e você pensar em si jogar de um prédio lembre-se: você tem chifres, não asas”
GRUPO BUfTAO - 5 Anos na Bobagem...
PRESIDENTE: Thiago Maia Portilho
VICE-PRESIDENTE: Filipe Maia Portilho
DIRETOR EXECUTIVO: Denilo Fernando Maia Andrada
DIRETORA DE JORNALISMO: Grasiele Maia
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Galera, do jeito que a produção na família continua, logo logo teremos que fazer a 2ª versão da festa Bebês a Bordo, Deu a Louca na Cegonha...
ResponderExcluirBeijos.