"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original."
Albert Einstein

domingo, 1 de julho de 2007

Recordar é viver... O Casamento de Luciene e Zé do Sorriso

Grupo BUfTAO
Brothers Unions Filipe and Thiago Associations and Organizations (03/09/2001 – 02/09/2007)
5 Anos na Bobagem

O Grupo BUfTAO começa neste domingo, 1° de Julho, a recordar os textos sobre os eventos da Família Maia que fizeram sucesso durante estes 5 anos, quase seis, de existência da BUfTAO.

O projeto "Recordar é Viver" trará, durante os finais de semana que antecedem o casamento de Andreia e James, um texto do magnífico acervo do Grupo BUfTAO.

Tal iniciativa faz parte dos preparativos para o casamento, como dito, de Andreia e James e, na mesma época, com as comemorações do aniversário de 6 anos da BUfTAO, que será celebrado com um texto inédito, um texto sobre o casório que será realizado.

A BUfTAO espera que estas republicações relembrem momentos inesquecíveis da nossa querida Família Maia.
_____

O CASAMENTO DE LUCIENE E ZÉ DO SORRISO
Pirapora, Julho de 2001

O casamento, cerimônia e festa, foi uma maravilha, perfeito, com uma noiva linda. Uma cerimônia muito bonita, agradável (apesar de nunca ter visto um padre falar o evangelho de cabeça), uma cerimônia emocionante, com uma festa farta e generosa.

Mas não estou aqui para falar somente dos pontos positivos do casamento, mas, sim dos problemas, inconvenientes e gafes de todos os tipos, porém não de todas as pessoas, pois sabemos que são sempre as mesmas que bagunçam o coreto.

Vamos começar pela cerimônia ou pelos acontecimentos que a antecederam, incluindo o motivo de seu atraso.

Era para ser o casamento mais pontual da história da família Maia, pois antes das 20 horas a noiva já estava na porta da igreja, dentro do carro (um Santana cinza modelo 95 do famoso Delegado Wilton Andrada). Todos dentro da igreja do Bom Jesus na Rua 13 de Maio já estavam vendo a entrada dos padrinhos (incluindo nosso Pacotinho, Flávio Maia, que já tinha bebido todas e mais algumas e conseguiu entrar graças a sua guia-acompanhante Fernanda).

O primeiro equívoco aconteceu nessa entrada, quando a mãe de Luciene e seu acompanhante entram pelo corredor errado, ou seja, entram pelo corredor da esquerda e não pelo do meio. Poderia ter sido a maior gafe da cerimônia se não fosse nossa super heroína Valéria Maia Portela. Com uma percepção incrível e um aguçado faro de perigo, nossa heroína Valéria sai da porta da igreja quebrando o recorde olímpico dos 100 metros rasos com vestido (para as curiosas o vestido era azul, um espetáculo!!!) para salvar o pobre casal desse enorme equívoco, a tempo.

Passado o emocionante salvamento, e todos já recuperados, faltava a noiva entrar para o casamento começar. Começa então o maior drama da noite, o drama pessoal de Zé do sorriso.

A música para a entrada da noiva na igreja já estava rolando, e junto com ela a expectativa. Só que a música foi tocando e o noivo não estava posicionado no lugar certo do abate. Então nosso querido tio caçula vai até a porta da igreja e pede ao motorista do Santana cinza que circulasse, lembrando que esse motorista era James - o namorado de Andréia.

O drama começa aí, pois essa circulada foi maior do que o esperado, e segundo boatos ele fez isso para ficar mais tempo dirigindo o Santana do Delegado. Dentro da igreja o clima não era dos melhores, todos já se olhavam e um burburinho já começava a aumentar de volume. A marcha nupcial já havia acabado e o coral já havia tocado uma Ave Maria, mas nada da noiva. O padre que até o momento estava em pé sentou, mas antes fez o seguinte comentário:

- É, a noiva, desistiu!

Com essa frase o noivo, Zé do sorriso, não se mostrava mais tão à vontade assim; o sorriso já tinha desaparecido, e talvez a frase que mais passou pela sua cabeça neste instante foi: "ela me abandonou".

Se dentro da igreja o clima era de apreensão, lá fora era de nervosismo. Na frente da igreja estavam reunidos: Deivson, Vera Maia, Valéria, Priscilla (que estava vestida de Rosa Palmeirão com uma flor no pescoço, e lá estava, pois ia ajudar na calda da noiva), Edson Santiago (que ira entrar com a noiva, mas segundo ele próprio só não entrou antes porque não achou ninguém como acompanhante).

Nesse meio tempo um casal entra na igreja, Nilson e Verônica. Como todos estavam à espera da noiva, ou seja, qualquer barulho que viesse da porta todos virariam para olhar quem era os dois adentraram na igreja como se fossem os noivos, relembrando o seu casamento, que tinha sido feito no mesmo local. Verônica disse:

- Pensei estar tendo um sonho, estava de volta ao meu casamento há 15 anos atrás, foi emocionante.

Enquanto isso, na rua, Vera e Valéria estavam andando de um lado para o outro, esperando e esbravejando pela demora da noiva. O desespero era tão grande que tia Vera estava gritando com todos os carros que paravam e passavam pela rua.

De repente, o Santana cinza estaciona na frente da igreja. James, o motorista, na porta da igreja e solta a frase:

- Calma gente, chegamos.

O casamento finalmente começa, com a noiva entrando pela igreja acompanhada de Tio Edson. Priscilla e um carinha aproveitam para arrumar a calda da noiva. Até que enfim tudo dentro do roteiro... Até o momento do sim...

Após Luciene ter falado a famosa frase "...na saúde e na doença..." e colocado a aliança no dedo dele (que estava rindo à toa), Zé do Sorriso, foi a vez do noivo fazer o discurso, mas quem disse que a voz saída direito? Com muita dificuldade e expectativa Zé finalmente acaba a frase... RINDO...

A festa transcorreu dentro dos conformes, ou melhor, quase dentro dos conformes. Nesse momento aparece uma figura com uma frase que irá marcar esse casamento, o 1º da era on-line da Família Maia. Antes de começar queria dizer que esta parte do texto é proibida para menores de 18 anos. Essa pessoa, nossa protagonista principal, disse ao cumprimentar Luciene:

- Boas entradas, querida!!!!!

É!!! E como não bastasse "confundiu" Nilson com Zé e lhe deu os parabéns com um abraço pra lá de apertado sobre os olhares furiosos de Verônica.

Para fechar definitivamente esse texto, registro aqui a atuação de outra figura.

No final da festa, com as luzes sendo apagadas e tudo, esta pessoa continuava a beber e não parecia querer parar tão cedo para desespero dos últimos presentes ao local. Chega então nossa outra heroína da noite, A SUPER NILDINHA: DEFENSORA DOS MAIAS CONTRA AS FIGURAS INSOLENTES. Vanilda Maia vendo aquela situação diz:

- Vamos Pessoa, já está na hora de ir embora, não está vendo que todo mundo está arrumando pra ir? Vamos! Vamos! Já bebeu demais.

A figura não acreditando perguntou a quem estava ao lado se SUPER NILDINHA estava brincando. Essa pessoa sabendo da fama da figura disse que sim, para evitar maiores confusões, mas SUPER NILDINHA não estava brincando e disse:

- Eu não estou brincando, é pra ir embora agora sim. (pegando o copo da Pessoa).

Grande SUPER NILDINHA: DEFENSORA DOS MAIAS CONTRA AS FIGURAS INSOLENTES. Quem tem você do lado não teme mais nada.
Fim.
_____

Se você tem fotos da família ou alguma foto engraçada e quer vê-la publicada aqui no Blog da Família Maia, é só mandar para o e-mail:

joaobonds@yahoo.com.br

(OBS: Clique nas "HORAS" e, além de ver os comentários, escreva e envie o seu.
Ou clique em "COMENTÁRIOS" e mande o seu. Além disso acompanhe os comentários publicados na caixa branca do lado direito do Blog)

Nenhum comentário:

Postar um comentário